A vice-governadora eleita, Gisela Simona (União Brasil), foi nomeada para um cargo comissionado na Casa Civil do Estado, 75 dias antes da posse como número “2” do Governo de Mato Grosso.
A nomeação foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (15). O ato estabelece que Gisela passa a exercer o cargo de Assessora Especial I, nível DGA-2, na Unidade de Programas de Governo da Casa Civil.
Gisela Simona é servidora efetiva no Procon de Mato Grosso e exerceu nos últimos anos o cargo de deputada federal. Neste ano, ela foi convidada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para compor sua chapa à reeleição após o deputado federal Fábio Garcia (União) recuar do projeto e disputar, novamente, a Câmara dos Deputados.
“TRANSIÇÃO”
Em nota, a assessoria da vice-governadora eleita explicou que a nomeação tem como objetivo inseri-la na administração para conhecer de perto o funcionamento do Governo ainda antes da posse. A participação dela seria comparável a uma “comissão de transição” entre governos.
Veja a íntegra da nota:
“Gisela Simona (União Brasil), eleita vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos), começa a participar da engrenagem administrativa antes mesmo de assumir formalmente seu cargo na gestão, ao se aproximar da estrutura administrativa estadual antes da posse em janeiro de 2027.
Nomeada assessora especial I da Casa Civil, em ato publicado no Diário Oficial com vigência a partir desta quinta-feira (15), ela passa a atuar na Unidade de Programas de Governo, em um movimento que antecede sua entrada oficial no comando do Executivo ao lado do governador reeleito.
Em entrevistas concedidas após a vitória da chapa no primeiro turno, Gisela já havia dito sobre sua disposição de integrar a Comissão de Transição. Ajudando a analisar mais detalhadamente o funcionamento da administração estadual. A proposta é conhecer de perto a estrutura das secretarias, examinar os números da gestão e identificar programas com resultados consistentes, gargalos operacionais e áreas que possam exigir correções ou mudanças de estratégia.
A aproximação com a máquina pública antes da posse abre espaço para que a vice participe da preparação do novo ciclo administrativo com informações concretas sobre a realidade do Estado. Compreendendo que mais do que conhecer organogramas e atribuições, o desafio é observar onde os recursos produzem resultados, quais políticas precisam ser aprimoradas e como transformar o diagnóstico em decisões capazes de melhorar a entrega dos serviços à população.
Desta forma, a nomeação reforça sua aproximação com a administração e começa a construir as bases de sua atuação no próximo governo, em um período no qual o conhecimento da estrutura pública e a capacidade de articulação política serão fundamentais para definir prioridades e preparar as decisões de 2027.”
Fonte: MIDIAJUR





